XI Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular

A Ilha de Comandatuba/BA recebeu mais de 400 congressistas para a 11ª edição do Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular (CBESP), de 7 a 9 de junho. Este ano, o evento itinerante trouxe como tema o Ensino Superior sob a ótica da inovação e inclusão, fatores importantes para a construção do País que os brasileiros desejam. “Se queremos de verdade construir um País sério, a educação tem que ser tratada como prioridade, pois ela é a mola propulsora da cidadania. É um valor inestimável que engradece o homem como ser humano, como ser empreendedor da economia, como ser beneficiário e benfeitor da sociedade. A educação é de longe a forma mais eficiente de chegarmos ao desenvolvimento”, lembrou o presidente do Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Paticular e diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Janguiê Diniz, em sua fala de abertura.

Estiveram ainda entre os assuntos abordados as formas inovadoras de captação e retenção de alunos, financiamentos estudantis, a tecnologia e as políticas públicas dirigidas à inovação e à inclusão na Educação Superior. Pelo segundo ano consecutivo, o CBESP contou com o atendimento do Seres em Ação, trabalho realizado por servidores da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC) com o objetivo de sanar dúvidas e acompanhar e despachar processos das IES com maior agilidade. No Congresso, o presidente da Linha Direta, Marcelo Chucre, lançou o novo modelo de revista dupla face, com a publicação da Linha Direta junto à nova aquisição da empresa, a Presença Pedagógica.

Como novidade, foram realizados dois workshops, um sobre como adaptar a instituição de ensino ao novo marco regulatório e o outro sobre como adaptar a IES aos novos instrumentos de avaliação. “O novo instrumento tem um caráter mais subjetivo, mas em compensação vai premiar a instituição que constantemente se aprimora naquilo que ela estabeleceu como plano. Então é muito importante que não só os avaliadores, mas também as instituições e os cursos que serão avaliados tenham plena compreensão e domínio desse novo instrumento”, afirmou Gilberto Garcia, conselheiro da Câmara de Educação Superior do CNE e um dos palestrantes a falar sobre os novos instrumentos de avaliação.